A mosca na sopa de Bush
Ele é odiado por George W. Bush e adorado pelos antenados em cinema, política e cultura, de plantão. Michael Moore explorou a queda das Torres Gêmeas para alertar mais uma vez a população mundial sobre as atrocidades e falta de respeito do governo norte-americano em relação a seu país e o “resto do mundo”. A manhã do dia 11 de setembro repercutiu em boa parte do mundo da música, do cinema, das artes, da política e da vida de milhares de pessoas que tiveram seus familiares mortos no atentado. Fahrenhait 9/11, documentário de Moore sobre o fatídico dia, já teve a marca de documentário mais bem sucedido da história, faturando mais de R$23 milhões nos quatro primeiros meses. Essa é uma prova de que não só o ácido diretor, mas grande parte da população mundial questiona (ou passou a questionar) os motivos da queda das Torres Gêmeas.
Regado a doses de humor, crítica e agressividade, o documentário vai desde as eleições presidenciais em 2000 até as mortes de combatentes no Iraque, sempre com um único e claro objetivo: ridicularizar e alertar para a ignorância do atual presidente norte-americano. Fahrenheit 9/11 mostra-nos uma nação mantida no medo constante por alertas de FBI e pelos atos absurdos e patriotas de parte do governo e até mesmo dos cidadãos “yankees”.
Após o atentado Bush utilizou os meios mais baixos e explorou o 11 de setembro até o osso para aterrorizar os cidadãos norte-americanos contra o Oriente Médio, os portais na internet tiveram um prato cheio a explorar que rende até os dias de hoje. Mas como todos sabem, a mídia é uma arma que pode ser usada tanto para o bem quando para o mal, a que lado pender ou manter a tradicional imparcialidade jornalística é fato quase que impossível de ser consumado. Principalmente quando documentários nos mostram fatos reais e abrem nossos olhos para o que, só cegos ou extremos democratas, não conseguem ver.

1 Comments:
Oi Thayná.. temos de terminar o trabalho das matérias... Tente publicar a tua segunda matéria até hj à noite, para eu poder arrumoar os links... até amanhã
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